sexta-feira, 20 de setembro de 2013

A fragilidade do corpo, única testemunha da chuva negra, nossa morte. No dia que entrarmos no outono, também teremos secas folhas amarelas a bailar no vento que nos tira a importância. A vida só se manifesta nos habitats úmidos. Deixe que o sol se espalhe nas rendas das árvores ou nas rendas dos seus vestidos cheios de dobras de sombras e de sonhos não permissíveis. Na delicadeza dos seus gestos, nos encantamos com a simplicidade e nos deitamos na relva encharcados de vinho e melancolia.

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