A
fragilidade do corpo, única testemunha da chuva negra, nossa morte. No dia que
entrarmos no outono, também teremos secas folhas amarelas a bailar no vento que
nos tira a importância. A vida só se manifesta nos habitats úmidos. Deixe que o
sol se espalhe nas rendas das árvores ou nas rendas dos seus vestidos cheios de
dobras de sombras e de sonhos não permissíveis. Na delicadeza dos seus gestos,
nos encantamos com a simplicidade e nos deitamos na relva encharcados de vinho e
melancolia.